segunda-feira, 31 de maio de 2010

Kola Lutz


Parece que eu estava adivinhando! Desde Crepúsculo eu acho o Emmet o vampiro mais legal da família Cullen. E quando vieram os filmes, não que Robert Pattison e Taylor Lautner não sejam lindos e tal, mas sempre fui do contra, ok? Meus favoritos são Kellan Lutz e Jackson Rathbone, de longe.

Mas o que eu estava adivinhando mesmo? Ah, sim. Achei uma revista sobre cachorros graças ao @kLutzbuzz, que colocou um link para uma revista chamada Doggie Aficionado. A chamada era: Twilight's Kellan Lutz and pooch Kola on the cover of Doggie Aficionado¹. Claro que eu fui correndo baixar a matéria, dá para ler a revista toda online. A Kola foi resgatada e estava em um abrigo de animais. O Kellan conta na entrevista que pôs a mão na grade da gaiola e chamou a cachorrinha, que foi até ele e a lambeu.

E tem um monte de fotos da Kola Lutz espalhadas na net. Escolhi esta da sessão de fotos da revista. A cachorrinha é uma graça, se bem que sou muito suspeita para comentar isso, já que para mim não tem cachorro feio.

¹ Kellan Lutz de Crepúsculo e a cadela Kola na capa de Doggie Aficionado.
Foto: http://crepusculomaniabr.blogspot.com/2010/05/outtakes-de-kola-e-kellan-lutz.html

domingo, 30 de maio de 2010

Bicho dá trabalho


Muita gente reclama que ter bicho dá muito trabalho, o que me eleva à categoria de doida, porque aqui em casa são três fofuras saltitantes. É verdade, tem dias que dá vontade de matar um: a casa está toda limpa, os móveis impecáveis, o chão lavadinho e vem uma desavergonhada e faz aquela poça de xixi bem no meio da sala, exatamente quando você jura que acabou.

Conheço quem não se abale com o trabalho, mas jura que nunca mais vai ter bicho porque perdeu algum muito querido e não quer sofrer novamente. Verdade, quando uma dessas criaturas se vai, deixa para trás muita saudade e não sei de ninguém que goste de sofrer. Mas, se você gosta desses bichos e não tiver mais nenhum, não vai ser triste do mesmo jeito?

Não vai ter mais barulho de patinhas pela casa, nem vai ter nenhuma bagunça surreal para você dar uma boa risada naquele dia ruim, quando o professor acabou com aquele projeto que parecia excelente ou aquela reunião no trabalho deixou todo mundo abalado. Aquela cesta de lixo nunca mais vai aparecer revirada, nem vai surgir uma bolinha de pelos no seu colo pedindo carinho. Imagina a monotonia que vai ser!

Em defesa dos focinhos gelados, olhinhos redondos cativantes e patinhas fofinhas, se todo mundo que sofreu por um canino, um felino ou qualquer outro animal de estimação desistir deles, pensa só a quantidade de seres incríveis que vão perder a oportunidade de se conhecer. Imagina você aí sentado perdendo a oportunidade de dar uma vida maravilhosa para uma criaturinha perdida aí na rua ou latindo desesperadamente na noite escura e sozinha da loja de animais?

Links para adoção de bichos:
guardioesdosanimais.nafoto.net
www.proanima.org.br
www.suipa.org.br

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Cachorros e suas lixeiras

Outro dia o @kikoloureiro escreveu que a Anastacia era uma velha louca e tinha revirado todo o lixo da cozinha. Li e rolei de rir. Simplesmente porque o passatempo favorito das vira-latas e da vira-lata por excelência aqui de casa é exatamente revirar lixeiras. Sim, eca! Porém, cada uma tem sua preferência. Não é assim qualquer lixo, muito menos qualquer hora. Existe todo um cronograma, uma preparação detalhada e muita pesquisa antes do ataque aos restos.

Angel, a número 1, pensa apenas na barriga. Para ela é apenas uma questão de conseguir aquele quitute que as humanas maldosamente insistem em não dar. Ou seja, ela ataca a lixeirinha da cozinha, em cima da pia. É só sair e esquecer-se de esvaziar a lixeira que ela acha uma forma de se esgueirar entre a geladeira e a pia. E, ao chegar em casa, a cena é a do lixo belamente esparramado no chão. O que faltar, como ossos, é o que ela queria. Caso ainda esteja mastigando, nem tente chegar perto, por amor aos seus dedos e braços.

Bruna, a número 2, pensa na diversão e no grau de porcalheira que pode te enojar. Tá bom, não tanto, mas a questão é que o lixo favorito dela é o do banheiro (eca²), pronto. Na verdade, ela gosta do papel higiênico e já destruiu alguns rolos novinhos para comprovar essa teoria. A porta do banheiro costuma ceder depois de alguns empurrões mais fortes, e ela sabe disso. As opções viáveis são: a. esvaziar a lixeira antes de sair ou b. colocar a lixeira dentro do box e deixar bem fechado. Ah, e guardar o rolo limpo dentro do armário. Em caso de esquecimento é se preparar para a faxina e tentar não jogar a criatura na máquina de lavar.

Rory é a menor e mais feliz. Não faz barulho e não vira confete, não interessa. Ou seja, encarte de loja, revista, jornal e contas envelopadas precisam de abrigo seguro. Recentemente caí na bobeira de deixar uma revista no sofá, para ler depois. Só uma matéria tinha me interessado/ indignado, então eu precisava de um tempo para processar a chamada antes de ler propriamente. Saímos, não deu outra. Na volta, jaziam no meio da sala os frangalhos da publicação, sem a mínima chance de remendar com fita adesiva. Os outros pedacinhos estavam por todo o perímetro da residência. Se bobear, ainda dá para achar algum.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Boa de Tigela


Vida de quem tem cachorro NUNCA é monótona. Principalmente se o seu cãozinho não foi exatamente treinado. Aqui em casa são três malucas nesta condição. A Angel basicamente adaptou o truque de sentar para quase tudo que precisa na vida: ela senta para ganhar comida; senta na frente da porta quando quer passear; senta e olha para cima quando quer ração ou biscoitos especificamente (ambos ficam numa prateleira alta na cozinha); senta na sua frente, levanta e senta de novo na frente da tigela para avisar que a água acabou e o melhor: senta desolada no meio da sala quando descobre que seu edredom ou sua almofada não estão no cantinho onde deveriam estar. Em tempo: ela é cega há alguns anos, então essa coisa de tirar objetos do lugar é tensa.
Apesar disso, ela continua tão focinho de pau quanto sempre foi. Antes da Angel, tive outra cachorrinha. Pois bem, a Fofa não comia praticamente nada, ração de jeito nenhum. O cardápio dela se resumia a arroz misturado com carne, frango ou fígado, que ela comia com uma felicidade imensa, e só. Com poucos meses a Angel provou que se fosse gente, seria ótima de garfo. Um belo dia fiz pipoca e só quando sentei no tapete me lembrei que não tinha pegado o copo de suco. Levantei e voltei para a cozinha, sem me preocupar. Qual a minha surpresa quando encontrei aquele projeto de cachorro comendo a pipoca toda satisfeita!
É costume aqui em casa dizer que no dia que a gordinha rejeitar alguma coisa podemos cavar o buraco e esperar. É bem por aí: pipoca, cenoura, tomate, leite e queijo são os favoritos. Aliás, q-u-e-i-j-o é uma palavra proibida, a não ser que soletrada, porque ela percebe e vai direto para a porta da geladeira e senta, senta de novo, senta mais uma vez, até nos vencer pelo cansaço, com aquela cara de morta de fome e aqueles olhinhos tristes simulados.
Na sala, a mesa geralmente fica vazia, porque em quase todas as ocasiões em que ficou algo ali em cima, sumiu depois de uma saidinha rápida dos humanos. Uma vez abrimos uma caixa de chocolates à noite, enquanto assistíamos televisão. O tempo passou, o sono veio e os chocolates foram esquecidos, na beira da mesa. No outro dia a caixa continuava ali, mas as pessoas saíram cedo e ninguém se lembrou de conferir a mesa. À noite, cadê a caixa? Procura embaixo dos móveis, olha nos armários, na geladeira e nada. A conclusão inicial foi a de que foi tão bem guardada que ninguém conseguia lembrar aonde.
E a Angel ainda passou mal aquele dia. Procurar doce ficou para depois, porque parecia que ela ia virar do avesso. Levou quase uma semana até tudo fazer sentido, quando um pedacinho da caixa foi encontrado embaixo do sofá, todo moído. A esfomeada comeu todo o chocolate! Com os papéis! Não foi à toa que passou uns dois dias mole, sem vontade de fazer o que mais gosta. Monotonia canina? Não mesmo.